Ao radialista Francisco José, da Grande
Rio AM, Fernando Bezerra ressaltou que nunca foi favorável a CPIs, por
considerá-las um instrumento muito mais “político” e com pouco efeito em relação a investigações. Mas argumentou que a decisão da Casa “deve ser respeitada”.
“Iremos aguardar para prestar todos os esclarecimentos necessários”,
afirmou FBC, dizendo desconhecer os R$ 33 milhões descontraídos pela
gestão dele e do seu sucessor, Odacy Amorim (PT), na construção do
hospital – conforme acusa a bancada governista.
“Botei na cabeça que ia fazer o
Hospital de Traumas, que vem prestando relevantes serviços à população.
No momento certo teremos a oportunidade de falar”, completou o
ministro. Perguntado sobre a transferência do HUT para a Univasf, FBC
preferiu não polemizar. Disse que enquanto ministro de estado, tem a
tarefa de ajudar qualquer administração, cabendo aos parlamentares da
cidade analisarem o assunto.
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