A
prática constante de candidatas serem impedidas de realizar
determinadas provas (sobretudo de aptidão física), por estarem em
período pós-parto ou até em gravidez de risco, pode estar com os dias
contados em Pernambuco.
Um projeto de lei 1.681/2013,
apresentado pela deputada Isabel Cristina de Oliveira (PT) na Assembleia
Legislativa (Alepe), propõe banir o “tratamento discriminatório às
gestantes e parturientes participantes de provas, provas de títulos e
teste de aptidão física no âmbito do Estado”.
Isabel explica que o projeto prevê, em
seu parágrafo 1º, que nos processos em que haja exame de capacitação
física não é permitido o desligamento e exclusão de candidata que
comprovar gravidez de risco ou licença decorrente de parto. Já no 2º, os
testes de capacitação física referidos no parágrafo anterior deverão
ser adiados até a devida recuperação da candidata, devidamente
comprovada por declaração médica.
Segundo a deputada, por causa dessa discriminação muitas candidatas têm que recorrer à Justiça para garantir seu direito. “Para
evitar tal constrangimento é que apresentamos esta proposição, visando a
resguardar o direito da mulher à maternidade e concomitantemente o
direito ao acesso ao concurso público”, ressalta. (Foto/reprodução Internet)
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