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| Naufrágio do Costa Concordia. |
O comandante do navio que se acidentou em frente à ilha de Giglio, na costa da Itália, matando 32 pessoas, passou a ser visto como vilão do caso pela sociedade italiana, principalmente após a divulgação de gravações que mostram que ele abandonou a embarcação.
A primeira audiência do julgamento, em Grosseto, no centro da Itália, estava marcada para 9 de julho. No entanto, alguns dos advogados que participam do processo, entre eles o defensor de Schettino, Domenico Pepe, declararam adesão à greve.
Schettino será julgado por homicídio culposo múltiplo e abandono de navio, além de outras acusações. Os crimes em que ele incorre foram estabelecidos no último dia 22 de maio pelo juiz da audiência preliminar, Pietro Molino.
Se for considerado culpado, Schettino pode pegar até 20 anos de prisão.
Neste julgamento, se apresentaram 242 partes litigantes, entre passageiros, grupos ambientalistas, prefeituras e também o grupo Costa Cruzeiros, proprietário da embarcação.
A greve de advogados da semana passada também acarretou o adiamento da audiência preliminar do processo paralelo, marcada agora para o dia 20 de julho.
Nessa data, será decidido a confirmação das penas pactuadas (entre um e dois anos de reclusão) pelos outros acusados do naufrágio: o responsável da ponte de comando, Ciro Ambrosio; a oficial, Silvia Coronica; o timoneiro Jacob Rusli, o chefe dos serviços de bordo, Manrico Giampedroni, e o chefe da unidade de crise de Costa Cruzeiros em terra, Roberto Ferrarini.Por vol São Paulo.
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