De acordo com investigações, um suposto esquema envolvendo instituições financeiras, correspondentes bancários e empresas de fachada teria desviado recursos destinados ao programa de construção de casas populares.
Em nota, a Polícia Federal afirmou que as empresas investigadas atuavam na concessão e fiscalização das obras, na indicação das construtoras, liberação dos recursos e construção das casas, num acúmulo de funções considerado "incompatível" pela PF.
As penas para os crimes contra o sistema financeiro nacional, estelionato, tráfico de influência e lavagem de dinheiro podem chegar a 32 anos de prisão.
Do UOL, em São Paulo
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